sexta-feira, 13 de abril de 2007


"Zíper Plexo" / "Zipper Plexus" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

"Confluência" / "Confluence" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

"Eternidad" / "Eternit" | © Tchello d'Barros


Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

"Arro(m)ba" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

O X da Questão" / "The X of the Question" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"


"- Verbo + Verba" / "Less Verb More Cash" | © Tchello d'Barros


Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"


"Face Oculta" / "Hidden Face" | © Tchello d'Barros

 

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of 
visual poetry "Convergences"

"Um(a) SombrA" / "One ShAdow" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

"Labiríntimo" / "Labyrinthimus" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"


"Me dê Cifra ou... / "Give Me Cypher or..." | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

"Polaridades" / "Polarities" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"

Preconceito" / "Preconception" | © Tchello d'Barros

Poema visual da exposição individual e itinerante de poesia visual "Convergências"
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Visual poem of individual and traveling exhibition of visual poetry "Convergences"



CRÍTICAS – Excertos de acervo crítico publicado

Beto Palaio (SP/RJ 2014); Denise Moraes (ES 2014); Leo Lobos (Chile 2013); Sady Bianchin (RJ 2013); Cláudio Cardoso (PA 2011); Renato Gusmão (PA 2011); Jiddu Saldanha (RJ 2011); André Leite Ferreira (PA 2011); Chris Herrmann (Alemanha 2010); Fabrício Brandão (RJ 2010); Tanussi Cardoso (RJ 2009); Vivian Carvalho (PA 2009); Emanuel Franco (PA 2009); Eleonora Fabre (RS 2009); Roberto Amorim (AL 2009); José Aloise Bahia (MG 2009); Hugo Pontes (MG 2009); AL-Chaer (GO 2009); Ana Garjan (MG 2009); Afonso Estebanez (RJ 2009); Sid Az (PB 2009); Christian Koenig (SC 2009); Luiz Fernando Prôa (RJ 2009); Urda Alice Klueger (SC 2007); José Endoença Martins (PR 2007); Clemente Padin (Uruguai 2006); Rodolfo de Athayde (PB 2006); Luiz Eduardo Caminha (SC 2006); Matilde Matos (BA 2006); Nadja Peregrino e Ângela Magalhães (RJ 2006); Bruno Monteiro (PE 2005); Mario Sette (PE 2005); Ana Glafira (AL 2004); Benedito Ramos (AL 2004); Luis Alberto Machado (AL 2008); Francisco Oiticica-Filho (AL 2004); Marcial Lima (AL 2004); Cláudio Bergamini (AL 2004); Jairo Martins (SC 2003); Maria José Ribeiro, a Tuca (SC 2003); Marcelo Steil (SC 1999); Nassau de Souza (SC 1998); Dênnis Radünz (SC 1997); Vilson do Nascimento (SC 1996).

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Eis que surge um artista plural que processou como ninguém a pós-modernidade que absorve a criação a partir de fenômenos culturais recentes como o Cinema e a TV. Tchello d’Barros seguramente é o novo xamã do multitexto associado à poesia visual que notadamente, a partir de estímulos oriundos das artes gráficas, ou de um tipo de renascimento do Push Pin novayorkino, criou todo um arsenal de signos que nos remetem novamente ao segredo artístico, mas desta vez com a vantagem de estar atrelado ao cotidiano e ao uso das novas mídias, de maneira especial a identificação com as mídias interativas surgidas após a disseminação da Internet. Independente de tentarmos enredar Tchello d’Barros na tradução do seu fazer artístico, é sempre um prazer imenso estar diante de suas produções. Algo que nos atinge de forma muito especial, já que Tchello não faz nenhuma questão de ser hermético, pelo contrário, nos apresenta sua arte de forma multíplice, é verdade, mas que em suas mãos se tornam algo descomplicado, como só a verdadeira arte pode ser.”

Beto Palaio – Rio de Janeiro/RJ – maio 2014
Editor, Artista visual e Produtor cultural

In: Texto de introdução da entrevista p/ a Revista Rio Total

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Falar sobre Tchello d’Barros, é falar sobre uma das grandes expressões da arte contemporânea. Sua obra fala por si só. O artista consegue capturar imagens inusitadas. Ao conhecer as obras de Tchello ao vivo, observei que vão muito além de uma simples foto, com sua câmera, observa e capta a imagem do cotidiano e do mais inusitado. Sua obra compõe elementos e é elaborada num estudo direcionado e organizado..”

Denise Moraes – Vitória/ES – fevereiro 2014
Curadora e Artista Visual

In: Texto de introdução da entrevista p/ a Revista Prisma na Internet

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Considero Tchello d’Barros como um dos mais prolíficos criadores brasileiros vivos. É catarinense de nascimento, nordestino e amazônida por opção e cidadão do mundo por vocação.”

Leo Lobos – Santiago / Chile – janeiro 2013
Poeta, tradutor e pesquisador chileno

In: Texto de introdução da entrevista p/ o Portal BVEC (Portugal) na Internet

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Na poesia de Tchello d’Barros reside a estética da comparação, o verbal vem pregado nas vertigens do contemporâneo, abrindo caminhos. Isto nos remete a um olhar de ausência povoado de luz por uma brancura falante, numa variação de linguagens sem delimitação de espaços, empurrando as suas idiossincréticas peculiaridades para o horizonte do Labirinto(pavimentado de)grama, um visionário visualista no texto de várias portas. Tchello prefere a simbiose simbólica que habita o inconsciente coletivo da memória despoluída. Segue voraz produzindo sentidos no processo humano, como um Prometeus que vai roubar a luz vestida de branca dos deuses da poesia, para iluminar o cotidiano das impurezas. Entre a fronteira do sagrado e do profano a percepção de Tchello d’Barros aponta o gatilho da arma poema em direção da busca incessante da lúdica filosófica Mallarmaica.”

Sady Bianchin – Rio de Janeiro/RJ – novembro 2013
Poeta, Curador e Prof. universitário

In: Texto curatorial p/ a exposição “Experimentalidades Idiossincréticas” na FACHA Faculdade Hélio Alonso no Rio de Janeiro/RJ

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Tchello d’Barros é um cosmopolita passante. Nas suas passagens ele vê em forma de imagem, coisas que a maioria só passa, mas não vê. E ainda mais: imagens que viram poesia do cotidiano, na lente sempre atenta do artista, modelos produzidos pela ação da urbe ou da bios.”
Cláudio Cardoso – Belém/PA – agosto 2011
Escritor e Editor

In: Texto de apresentação da exposição fotográfica “Instantâneos: Em Passant”, realizada no espaço expositivo da Biblioteca Pública Arthur Vianna, em Belém/PA

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“Quando o assunto é arte, Tchello d’Barros está dentro dela, fazendo, causando, se utilizando. Sua produção não tem fim, é um filme de longa metragem com infinitas partes. Fotografada do cume da sabedoria e escrita com todas as palavras.”

Renato Gusmão – Belém/PA – julho 2011
Poeta, cronista e produtor cultural

In: Texto de apresentação da exposição fotográfica “Confesso Que Vi”, realizada no Corredor da Amazônia, em Belém/PA

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“Ao trabalhar com a multilinguagem, Tchello d’Barros vai além e insere-se na produção contemporânea brasileira sem se repetir, ou mesmo se reduzir, mas com uma tendência de se expandir sempre e cada vez mais. Tchello d’Barros criou um mundo de imagens gráficas, recheadas de simbolismo e de palavras que vão além do óbvio, fazendo com que o olhar do expectador se expanda e se surpreenda com detalhes sutis inseridos em sua obra.”

André Leite Ferreira – Belém/PA – maio 2011
Poeta, compositor e produtor cultural
In: Texto de apresentação da exposição fotográfica “Um Mundo Fenomênico”, realizada no IFPA de Belém/PA.

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‘‘Um Mundo Fenomênico (exposição dotográfica) é uma série monumental de imagens, que nos dão uma leitura ampla a partir de um recorte, que bem podemos nominar como a poética de um criador, neste caso, Tchello d'Barros, uma espécie de caixeiro viajante das estrelas, que traz a tiracolo um embornal de encantamento e ao qual oferece ao mundo todo um conteúdo que faz brilhar nossos olhares, as vezes tão cansados da poluição visual que grassa pelo universo humano.’’

Jiddu Saldanha – Cabo Frio/RJ – abril 2011
Poeta e Cineasta
In: Texto de apresentação da exposição fotográfica “Um Mundo Fenomênico”, realizada no IFPA de Belém/PA.

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“Conhecer a pessoa de Tchello d’Barros foi uma das melhores surpresas que tive nos últimos tempos. Sim, porque não é sempre que temos a oportunidade de interagir com alguém tão inteligente, sensível, amável, estudioso, multitalentoso e antenado com o mundo. O retrato deste artista multifacetado nos mostra que é possível reunir e vivenciar diversos talentos numa só pessoa. Sua impressionante coleção fotográfica é mais um “tijolinho” que compõe a obra do artista visual, designer, editor, escritor e viajante Tchello d’Barros.”

Chris Herrmann – Düsseldorf/ Alemanha – setembro 2010
Escritora e Editora Digital
In: Texto de apresentação da exposição fotográfica “Humanidades Extemporâneas”, realizada na Aliança Francesa de Vitória/ES

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“As fotografias do catarinense Tchello d’Barros, exibidas nesta Leva, fazem parte de uma série intitulada Um Mundo Fenomênico, recortes do cotidiano frutos de sua passagem pelo Brasil e exterior. Nela, o artista explora a riqueza de detalhes que, muitas vezes, nos escapam quando deitamos olhos apressados ao universo circundante. Através destas imagens, o fotógrafo explora com delicadeza formas, cores e, sobretudo, texturas presentes nos traços da vida. Em seu olhar, predomina um vigoroso contraste de tons, conceito que emprega sentido aos mais inusitados objetos.”

Fabrício Brandão – Rio de Janeiro/RJ – dezembro 2010
Editor de Cultura
In: Texto de apresentação das fotografias publicadas na edição 51 da Revista Cultural Diversos Afins

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Tchello d’Barros é, hoje, um dos maiores expoentes das artes visuais deste país: inteligente, criativo e poético, acima de tudo. Nada é por acaso em sua obra. Nada sobra ou falta. Consegue ser, ao mesmo tempo, racional e emotivo, e esse equilíbrio é o alicerce de sua obra. Lúdico, lírico e crítico audaz, mordaz, agudo. O gozado é que, coerente com suas obras, Tchello não é muito de falar, ou seja, não joga conversa fora: é direto, objetivo e diz tudo com a razão de seu pensamento e com o verbo de seu coração.”

Tanussi Cardoso – Rio de Janeiro/RJ – dezembro 2009
Poeta e Jornalista.
In: Depoimento publicado na entrevista que Chris Herrmann realizou c/ Tchello d’Barros no CF4 – Café Filosófico das Quatro

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“Poesias, versos e palavras soltas.  É com esses elementos que o artista catarinense Tchello d’Barros compõe sua exposição 'Convergências'. Quem confere as obras fica deslumbrado ao ver como Tchello transforma as palavras em diferentes imagens, inclusive figuras geométricas. 'Convergências' é considerada tão incomum que ganhou grande visibilidade na internet,o sucesso da exposição também está nos temas abordados por Tchello. Assuntos que são dignos de horas de conversa nas mesas de bar: política, fé, amor, sexo e sociedade.”

Vivian Carvalho – Belém/PA – dezembro 2009
Jornalista
In: Reportagem publicada no Ecleteca sobre a exposição de poesia visual “Convergências” na Unama em Belém/PA

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“Quando olhei as obras do Tchello gostei muito, pois vi o quanto elas eram diferentes. Suas linguagens, desenhos e escrituras abordam várias temáticas, onde o signo é o poema.”

Emanuel Franco – Belém/PA – dezembro 2009
Curador em Artes Visuais e Prof. Universitário
In: Depoimento na matéria publicada no site Ecleteca sobre a exposição de poesia visual ‘Convergências’, na Unama em Belém/PA

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“Tchello d’Barros, cidadão do mundo, viajante sensível, artista de múltiplas facetas: escritor, designer, pintor; mas acima de tudo poeta. Da palavra ou de imagens. Para ele poesia é uma maneira de sentir e elaborar o mundo.
É desta forma que Tchello registra este universo, com seu olhar de estrangeiro e poeta. Um misto de encanto e espanto próprio dos lugares idílicos.”

Eleonora Fabre - Porto Alegre/RS – novembro 2009
Artista visual, Mestre em Artes e professora de História da Arte.
In: Texto para a exposição “Idílios: À Margem” no Sesi de Maceió/AL


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“A produção do escritor e artista visual catarinense Tchello d'Barros parece alimentar-se do contato e, muitas vezes, do convívio mais demorado com gente e lugares diferentes. Talvez isso explique o gosto dele pelas andanças dentro e fora do país. Em cada lugar que visita ou decide morar, busca o registro da poesia do cotidiano não percebida pela maioria dos moradores.Vale a pena desviar o olhar para baixo e se deparar com os recortes do universo monocromático de Tchello d'Barros. Nitidamente em busca do registro estético, o artista tenta extrair o máximo de poesia nas cenas captadas.”
Roberto Amorim – Maceió/AL – novembro 2009
Editor e Jornalista
In: Reportagem sobre a mostra “Idílios: À Margem” no jornal Tudo na Hora – Maceió/AL

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“Convergências é um projeto dinâmico, atua em várias cidades do território brasileiro, propondo um exercício estético estimulante. Uma ressonância da arte contemporânea, privilegiando um contato mais direto com a investigação, discussão e a reflexão intelectual sobre a linguagem plástica. Conteúdo, forma, expressão e unidade num ato de aproximação/desaproximação, palavra/imagem e imagem/palavra, de Tchello d´Barros com os detalhes gráficos trabalhados de maneira clara/escura e escura/clara, ratificando a polifonia de uma vasta produção e experimentação artística na construção de sentidos.”  

José Aloise Bahia – Belo Horizonte/MG - novembro de 2009
Escritor e Crítico Literário
In: Texto de apresentação p/ a mostra “Convergências’, na Univ. Estácio de Sá – Vitória/ES

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Convergências: a poesia visual de Tchello d’Barros

“E entre os vários nomes que sobressaem está o de Tchello d’Barros, poeta visual cuja obra ganha dimensão na atualidade com seus poemas plenamente realizados, dentro de uma proposta visual que prima pela qualidade, remetendo para o observador o desafio que instiga uma interpretação não-linear e de caráter universal.”

Hugo Pontes – Poços de Caldas/MG - outubro de 2009
Poeta Visual e Jornalista
In: Texto de apresentação p/ a mostra “Convergências’, na Bienal Internacional do Livro (Centro de Convenções) – Maceió/AL

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Tchello d’Barros: à vista e a prazo.

“Tenho o privilégio de participar (acompanhando) de parte da trajetória de Tchello d’Barros nestes últimos 10 anos.  Era 1999, quando o conheci através dos seus poemínimos. Já naquela época me via diante de um texto dentre os mais densos que tinha lido. Concisão com cisão de palavras. Precisão que as palavras precisam.

Dez anos se passaram e, neste período, vi que os poemínimos de Tchello d’Barros não caminhavam sozinhos. Vinham junto às demais faces deste Tchello-multi-tudo: poeta, designer, desenhista, artista plástico, poeta visual, fotógrafo, artista digital, haicaísta, cordelista, cronista, promotor cultural, palestrante, viajante e profundo conhecedor da história das artes.

O mais impressionante na construção de sua obra artística é o eixo que a norteia: há uma coerência em que clareza e simplicidade são cúmplices.  E uma objetividade que nos faz concluir que, se Tchello sente com o “olhar”, ele “pensa” com um trabalho rigorosamente planejado e cuidadosamente estabelecido em um cronograma sem fim.  Seu “olhar” não pára de trabalhar.

Tenho o prazer de falar que, pessoalmente, Tchello é melhor ainda que sua obra. Porque as palavras, as cores e as imagens gostam dele.”

AL-Chaer - Goiânia/GO - agosto de 2009
Poeta e Escritor
In: Texto de apresentação p/ a mostra “Convergências”, no Largo das Letras – Rio de Janeiro/RJ

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"A arte visual de Tchello d' Barros é uma rica linguagem artística, estilística, poética, literária e cultural de destaque, nessa primeira década do século XXI".

Ana Garjan – Belo Horizonte/MG – outubro 2009
Artista plástica e Curadora do Artforum Brasil Unifuturo
In: Pavillion Tchello d’Barros no blog Artforum

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“No caso específico de Tchello d’Barros, seria insensato dissociar o escritor, o poeta, o artista visual e o viajante do homem-indivíduo, prestigiado ‘urbi et orbi’ pela versatilidade de estilo, erudição e domínio da arte pós-moderna, atributos que marcam, com singularidade, sua prodigiosa produção cultural e artística. Assim o testemunham seus poemas curtos (poesias-síntese e haicais), suas telas, instalações, fotografias e poemas visuais banhados de magia e encantamento.”

Afonso Estebanez – Rio de Janeiro/RJ – junho 2009
Poeta
In: Entrevista e exposição p/ o Blog Haigatos

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“O poeta multimídia Tchello d`Barros é um sujeito brincante no sentido mais amplificado do termo. Um artista que cria ludicamente no cerne semiótico das imagens-palavras, lendo-as e dizendo-as inusitadamente, digerindo-as em seus sentidos internos, elaborando e extraindo delas o sumo que alimenta sua verve apolíneo-dionisíaca. Um ser sapiente de que o ápice do arbítrio, ou exercício da vontade em deliberar sobre suas próprias escolhas e procedimentos plástico-conceituais é a solução da incógnita mágica na equação conteúdo versus forma que, amalgamados, transfiguram-se em arte.”

Sid Az – João Pessoa/PB – maio 2009
Artista visual e professor na UFPB
In: texto crítico p/ a mostra de gravuras Transfigurações

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“Um dos maiores poetas catarinenses em atividade, um grande poeta brasileiro, um artista incansável e versátil, um homem com uma rica história de trabalhos e conquistas, um conhecedor do mundo, este é Tchello d'Barros.

Dois pontos que o Círculo Desterro defende firmemente são o estudo da linguagem e a sonoridade, quesitos que Tchello apresenta-nos com maestria. Seus haicais e poemínimos brasileiríssimos são prova viva de seu talento e, além disso, um deleite ao erotismo poético.”

Christian Koenig - Florianópolis/SC – março 2009
Escritor, editor, pesquisador de literatura e coordenador do Círculo Desterro
In: Blog Círculo Desterro

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“Viajando em sua obra senti-me tocado pela qualidade e perícia de seus poemas curtos, de suas telas, instalações, fotografias e em conhecer a magia de seus poemas visuais, os melhores que já tive acesso.”

Luiz Fernando Prôa - Rio de Janeiro/RJ – fevereiro 2009
Escritor, produtor cultural e editor do site Alma de Poeta
In: Site Alma de Poeta

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“Também foi nesse tempo (...) que vejo crescer a preocupação de Tchello d’Barros com o que se passava no seu país, na América dita Latina, no mundo. Ensaiou ele, então, as suas primeiras viagens, primeiro para os outros lados do grande Mar-Oceano, e um dia partiu num périplo pela América do Sul, que durou vários meses – foi-se pelo Rio Grande do Sul – tornou ao Brasil por Roraima, navegou pelo Rio Amazonas até o Maranhão – um dia estava aqui de novo. Pouca gente, que eu conheça, é capaz de tal busca, de tal preocupação em ver e sentir.”

Urda Alice Klueger -  Blumenau/SC – junho 2007
Romancista e Editora
In: texto para a orelha do livro Vide Verso

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“Nem tudo se resume ao amor – vampiresco ou desatinado – nas deambulações sonoras e poéticas que Tchello d’Barros expõe em Vide-Verso. Como não poderia deixar de ser, o próprio eu-narrador do poeta chama a atenção a um outro tipo de amor: à poesia, ao verso, à escrita poética. O olhar, agora, se volta ao ato de escrever como profissão de fé, ou militância, ou meta – a metapoesia. Aí, amor à escrita equivale a amor a uma mulher. Esta triangulação – escrita, amor, mulher – se expande em outros versos.”

Prof. Dr. José Endoença Martins - Curitiba/PR – junho 2007
Escritor, Poeta e Doutor em Literatura
In: prefácio do livro Vide Verso

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“Toda criação genuína é experimental em relação à sua linguagem. A leitura é a verdadeira vedete dessa série singular. Por um lado nos oferece a possibilidade de decidir por nós mesmos o valor vivencial que esses poemas têm para nós em relação a nossos repertórios de conhecimentos e experiências pessoais. E, por outro, ao questionar a poesia tradicional, nos obriga a criar, ou estabelecer novos modos de interpretação, o que nos situa como co-criadores pois, ainda que Tchello d'Barros nos ofereça novas formas, parcialmente incompreensíveis, também nos brinda, dentro de cada poema, os elementos necessários para sua interpretação. Apenas temos que descobri-los...”

Clemente Padin – Montevidéo / Uruguay – outubro de 2006
Poeta Visual, Editor e Pesquisador de Literatura experimental
In: Texto crítico da exposição de Poesia Visual no NAC em João Pessoa/PB

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tchello girando pela mandala tamarineira nas (im) possibilidades do poema deixando sua lógica pros mortais.

tchello que nunca fotografa nem sei se fotografa as letras e poemas que e / letra/ fica / recita dos poros e gretas seu organismo sul cardeal voa e surta na aura das coisas em passados e desfuturos.

tchello humoriza e demoniza em centenas ou milhares de letras autopoéticas todos os retratos.”

Rodolfo de Athayde – João Pessoa/PB - outubro 2006
Artista visual e produtor cultural
In: Texto de parede p/ a mostra "Noções Unidas" no NAC de João Pessoa/PB

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Tchello d’Barros tornou-se, é verdade, um cidadão do mundo, tantas andanças fez à procura de concretude que possa preencher seu ser abstrato e abstraído... Os poemas visuais de Tchello falam por si só e permitem a interpretação que cada um lhes quiser dar de acordo com o que vê e o que lhe fala o conteúdo do que vê.”

Luiz Eduardo Caminha – Blumenau/SC – novembro/2006
Poeta, Editor e Coordenador do Stammtisch em Blumenau/SC
In: Matéria para o site Smtt ref. à exposição de Poesia Visual no NAC em João Pessoa/PB

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Tchello d’Barros é dono de texto escorreito e artista gráfico. Maneja formas e cores com a correção da sua prosa, e a poesia dos versos que compõe. O interesse pelo labirinto foi despertado ao traduzir ninguém menos que Jorge Luis Borges, daí passou a ver como eles se apresentavam em diferentes formas e lugares inusitados, dos jogos de criança às naves e adros de velhas catedrais européias. 
Transpor nas suas infogravuras os labirintos que a teia da vida estabelece, foi decorrência natural. Nas gravuras eles se configuram variados e coloridos, as formas vão se arrumando nos diversos padrões, a atração das cores conduz o olhar do espectador que se entretêm em compará-las, querendo encontrar a preferida.”
Matilde Matos – Salvador/BA - outubro de 2006 
Curadora e crítica de artes da ABCA e AICA
In: Texto crítico p/ a mostra "Labiríntimos" na EBEC Galeria de Artes em Salvador/BA

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Ten(s/ç)ões
 “Da geometria clara à sinuosidade das linhas curvas, tênues, que serpenteiam em busca de conformações morfológicas menos rígidas, em vão(s). Do contraste extremo do preto com o branco aos tons de cores intensas, ainda que de matizes próximas. Assim é a exposição 'Grafos & Cromos", do artista Tchello d'Barros. A ludicidade da organização de grafos e cromos – formas e cores – oscila entre a regularidade geométrica e a vibração cromática, buscando acentuar o contraste, o detalhe, a tensão que lastreia o olho do observador, buscando ali referências emergidas do abstrato, consolidadas na concretude mnenômica dos jogos ópticos, das tramas visuais, do espaço que foge e se redimensiona. De orientação concretista, o foco estilístico se perde na multiplicidade, aspecto da pós-modernidade que perpassa o trabalho, golpeia a referência e a faz vibrar em novos tons, ousados,contrastantes.”

“Pentágonos, espirais, quadrados, os grafos tangenciam a regularidade, mantêm o gesto contido nas linhas que saracoteiam e, coadunadas com as cores, produzem efeitos de subjetivação, em tensões e tenções. O contexto poético do artista lança mão de tensões visuais e se insinua, em tenções gestaltistas de estremecimento, movimento, represadas em
uma morfologia regular.”

Prof. Dr.Cleomar Rocha, PhD – Salvador/BA – maio de 2006
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas
Presidente da ANPAP - Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas
In: Texto crítico p/ a mostra "Grafos & Cromos" na Galeria do Sesc em Maceió/AL 

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“Tchello d’Barros, também herdeiro da herança construtiva, nos faz pensar com suas combinações poéticas, no dilema da arte, que oscila entre construção e expressão. Por meio de seus ‘poemas espacializados’, cria um fluxo gráfico... Uma composição que, indo além da superfície, vai se impregnando dos diversos sentidos propostos pelo jogo poético. Trata-se portanto, de experimentos visuais essencialmente lúdicos, que estão bem próximos da poesia concretista e do papel culminante que a experiência poética tem na trajetória do artista. As representações ali presentes são determinadas pela poesia no campo da arte, gerando resultados intensamente minimalistas.”

Nadja Peregrino – Rio de Janeiro/RJ – abril de 2006
Curadora, Pesquisadora e Profª. de Artes
Ângela Magalhães
Curadora, Pesquisadora e Profª. de Artes
In: Texto p/ a mostra “Diálogos Foto-poéticos” no Centro Cultural São Francisco em João Pessoa/PB

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Tchello d’Barros é artista plástico e poeta, tendo publicado 5 livros e participado de mais de 100 exposições, entre individuais, coletivas e salões. Sua atuação é plural, tendo percorrido atividades no teatro, cinema, literatura e artes visuais, estas últimas com maior intensidade, incluindo prêmios literários alcançados. O artista já visitou vários países em pesquisas culturais que ampliam seu repertório poético, visto no esmero de enunciados e enunciações que seus textos visuais constroem.”

Prof. Dr. Cleomar Rocha, PhD – Salvador/BA – abril de 2006
Crítico de Arte, Curador e Presidente da ANPAP – Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Visuais
In: Texto p/ a mostra “Diálogos Foto-poéticos”

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“O ensaio que Tchello d’Barros mostra, aqui, é o produto de sua pesquisa a partir desua relação com o design gráfico, como é, de outra maneira, de suas especulações recentes em torno dessa jovem ferramenta matricial – a infografia. As mandalas que constrói são simples para um desenho, que não é fácil. Tchello cruza este “ciclo”, cuja história se confunde com a presença do que chamamos de inteligência no Planeta com a religião – acrescenta a isso as nossas cores – verde e amarelo.

De alguma forma ele experimenta o amuleto, mas elabora isso pela imagem e fixa-os na impressão e, aí, fala e aponta para um registro de um por vir místico – para fora do humano e do natural.”

Bruno Monteiro – Recife/PE – outubro de 2005
Representante da Câmara Setorial de Artes Visuais – Minc/Funarte
In: Texto p/ a série “Pentágonos Auri-Verdes” na III Bienal da Gravura – João Pessoa/PB

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“A proposta de Tchello d’Barros expõe em grande dimensão (ou seja, em alto e bom som), a “orientalização” de um texto lírico ocidental. O discurso verticalizado corresponde a uma proposta totêmica para sua principal possibilidade de sentido.

Horizontalmente predomina o “nonsense”, é uma opção de leitura cujo sentido raramente se organiza numa idéia totalmente clara, completa, construída intencionalmente e elaborada. O trabalho comporta outras possibilidades de leituras. Elas se complementam plasticamente.”

Mario Sette – Recife/PE – novembro de 2005
Coordenador do IAC - Instituto de Arte Contemporânea/UFPE
In: Texto p/ a mostra “Diálogos Foto-poéticos” no CAC/UFPE

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“O que Tchello d’Barros instaura e propõe com sua precisão/difusão visual e verbal é o exercício de uma criação inteligente, lúdica e bem-humorada. A percepção das aliterações e sibilações somada aos jogos e imagens semânticas nos permite reconhecer sentimentos e verificar novas possibilidades de expressá-los.”

Ana Glafira – Maceió/AL – junho de 2004
Artista visual, Curadora e titular daCâmara Setorial de Artes Visuais - Minc/Funarte
In: Texto p/ a série “Poemagma e Enigmagem” da exposição “Indivisuais” na
Pinacoteca do Espaço Cultural da UFAL em Maceió/AL

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“A leitura do conjunto leva o espectador a compor o seu erotismo pessoal. É assim que Tchello d’Barros trabalha com a intimidade do corpo que se revela ao gesto simples do olhar. Fragmentos apenas da epiderme nua. Uma visão particular, intimista do real palpável que se disfarça nesta interação entre o artista e a modelo.”

Benedito Ramos – Maceió/AL – agosto de 2004
Crítico de Arte e professor de pintura
In: Texto p/ a mostra “E o Verso se Fez Carne” no COSU do IAB/AL em Maceió/AL

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“A arte de Tchello d´Barros é daquelas que tem recebido acolhida de crítica e de público. Pudera, desde o seu trabalho poético visual aos folhetos de cordel, entre outras incursões no campo artístico, Tchello tem demonstrado a sua capacidade de artista completo e mestre no seu ofício. E isto aliado a um sujeito sangue bom da melhor estirpe, traduz simplesmente na grandiosidade de gente que é: quase 2 metros de altura e uma imensidão incalculável de talento e grandeza humana.”

Luis Alberto Machado – Maceió/AL – setembro de 2008
Escritor, Jornalista e Editor
In: Texto p/ a mostra “Combogós e Mandalas” no MISA - Museu da Imagem e do Som de Alagoas em Maceió/AL

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“A poesia de Tchello d’Barros aspira sincronizar os sentidos que asseguram a percepção estética mobilizando o aparato ‘verbivocovisual’ do modo lírico... E mais, Tchello constrói uma poesia atraente e jocosa, impregnado da fala urbana afetuosa, com a qual nos sentimos afetados.”

Francisco Oiticica-Filho – Maceió/AL – junho de 2004
Crítico de Arte e Dr. em Literatura e Sociedade
In: Texto crítico p/ a mostra “Indivisuais” na Pinacoteca do Espaço Cultural da UFAL em Maceió/AL

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“As fotografias de Tchello não pedem o olhar pronto, predeterminado, evidente. Elas não são o que são: são o que revelam. E, sendo assim, precisam ser olhadas através delas próprias, ou a partir delas. Têm a dimensão do imaginário alagoano."

Marcial Lima – Maceió/AL - outubro de 2004
Presidente da Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió/AL
In: Texto para a mostra “Conversa com Fotos com Versos” na Galeria Miguel Torres do Teatro Deodoro, em Maceió/AL

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“Diferente das Mandalas sofridas do Museu de Imagens do Inconsciente, as Mandalas cibernéticas de Tchello d’Barros são luminosas e dinâmicas, ascéticas e perfeitas, convidam a uma faxina mental e o retorno da busca da perfeição, ao mesmo tempo em que reportam à busca obsessiva de Cézanne pela montanha e de Monet pelos jardins aquáticos.”

Cláudio Bergamini - Maceió/AL -  setembro de 2004
Arquiteto e presidente do IAB/AL
In: Texto p/ a mostra “Relevos Revelados” no MISA Museu da Imagem e do Som em Maceió/AL

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"Tchello d’Barros é desses homens necessários à humanidade, pois se nega a permitir que sua essência se afogue no oceano massificante do capitalismo, fazendo-a sempre flutuante e insinuante e com isso trazendo altos benefícios à sociedade e seus processos culturais."

Jairo Martins – Blumenau/SC – dezembro de 2003
Poeta e escritor – Presidente da Sociedade Escritores de Blumenau
In: Texto da orelha do livro O Amor à Flor da Pele

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"Tchello d’Barros é com certeza, um artista inquieto. Pesquisador da palavra, de seus símbolos, sons e cores, brinda-nos agora com um jardim em forma de trovas que saltam das páginas deste livro. (...) O resultado é um trabalho surpreendente em sua frutífera carreira de gente que vê e sente."

Maria José Ribeiro, a Tuca – Blumenau/SC  – novembro de 2003
Profª. Drª. de Teoria da Literatura na Furb SC
In: Prefácio p/ o livro O Amor à Flor da Pele

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 "Assim, observa-se em Tchello d'Barros um autor com esmerada consciência formal, que além da concisão, atenta para as várias possibilidades de comunicação, o que Ezra Pound chamou de "verbi-voco-visual", ou seja, no campo semântico, sonoro e visual.

Seus inquietantes poemínimos vem somar-se às experiências poéticas de qualidade que publica-se atualmente no Brasil."

Prof. Dr. Marcelo Steil – Blumenau/SC  – agosto de 1999
Poeta, Escritor e Presidente da UBE União Brasileira de Escritores/SC 2003
In: Prefácio para o livro Letramorfose de Tchello d’Barros

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"Tchello d'Barros é essencialmente um artista multimídia. Síntese adquirida no vértice cosmopolita dos anos noventa, quando acresceu ao movimento cultural a personalidade multifacetada de pintar, escrever e encenar.

 A diversificação que incorpora a obra desse artista, alia a cromática caligráficaao entendimento fractal de movimentos e texturas, através de uma visão refinada o impacto atemporal de múltiplas possibilidades.”

Nassau de Souza – Blumenau/SC – julho de 1998
Poeta e Produtor Cultural
in: Texto para a mostra individual Rio Imaginário no Espaço de Exposições da SEMED em Blumenau/SC

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"Irônico e aéreo, povoa-se de surrealismo hi-tech para duvidar da realidade em que, centauro cerebrino, vive imerso. Tchello d’Barros é poeta à procura da ternura na intempérie."

Dênnis Radünz – Joinville/SC – maio de 1997
Poeta, Ensaísta e Promotor Cultural
In: Texto no suplemento cultural Anexo, do jornal A Notícia – Joinville/SC

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“Telas, pincéis, canetas e máquinas datilográficas. Todas peças obsoletas no laboratório virtual do cibernético Tchello d'Barros. Chamá-lo de contemporâneo é marcar passo, neo ou pós-contemporâneo é subestimá-lo.”

Vilson do Nascimento – Blumenau/SC – maio de 1996
Curador e Crítico de Arte ABCA e AICA
In: Texto p/ a mostra Texto e Textura na Fundação Cultural Frei Godofredo em Gaspar/SC


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